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Acolhimento

Rodrigo Pacheco, autor da PEC da Drogas, declara: “acho até que maconha faz menos mal do que álcool.”

16 de jul 2024
João Carlos

Durante participação no 19º Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo, realizado pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM-SP), o Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), fez inesperadamente uma importante declaração a respeito da maconha. Em suas palavras, a Cannabis faz “menos mal que o álcool” e em seguida disse que este assunto é uma discussão de saúde pública e não para decisão judicial. O político mineiro é o autor da PEC nº 45/2023, que pretende criminalizar o porte de qualquer droga e em qualquer quantidade. 

“Em relação a esse tema, para muito além da discussão sobre se maconha faz mal ou não faz mal, acho até que maconha faz menos mal do que álcool. O álcool tem desestruturado muita gente na sociedade, famílias etc., e é uma droga lícita, né?”, argumentou.

Posicionamento inédito de Rodrigo Pacheco sobre maconha

A declaração foi a primeira de Pacheco neste sentido. Anteriormente, após o Supremo Tribunal Federal formar maioria no julgamento que resultou na descriminalização do porte de maconha, o Presidente do Senado havia convocado coletiva para criticar a decisão dos Ministros. Apesar do posicionamento inédito, ele volta a questionar a competência da Suprema Corte. Na visão de Rodrigo Pacheco, não cabe ao STF decidir sobre a maconha ou qualquer outra droga. 

“A lógica era muito mais de que: quem disciplina se uma droga é ilícita ou não, não é o Supremo Tribunal Federal e nem é o poder legislativo. É a administração pública que tem um rol de substâncias ilícitas e entorpecentes, e a lei federal, ao disciplinar os crimes inerentes ao porte disso, remete a essa regulamentação”, disse o político.

Em momento seguinte, defendeu que o debate deve ocorrer como uma questão de saúde pública e de regulamentação dos órgãos competentes: “A discussão sobre a legalização da maconha, caso se queira ter no Brasil, o caminho não é uma decisão judicial, que é inclusive precária sob o ponto de vista de composição do próprio Supremo Tribunal Federal. A lógica para quem defende a tese é uma lógica muito mais com discussão de saúde pública para demonstrar que a maconha tem que ser disciplinada de maneira diferente das outras drogas do que numa decisão judicial”. 

Realinhamento de discurso

Neste sentido, a fala de Pacheco parece ressoar o atual cenário de Brasília. Nos últimos dias, o Governo Lula teria assumido postura de enfrentamento ao avanço da PEC das Drogas. A nova posição do Presidente do Senado pode vir desse realinhamento. Além do mais, a pressão de diversos setores do ativismo canábico tem ajudado a mudar o eixo dessa injusta queda de braços. 

Texto lindo que o João vai fazer
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