Quem Somos

Antes de mais nada, somos a união de pessoas que querem construir um mundo diferente, com mais amor e solidariedade, uma sociedade mais humana que tenha valores como respeito, liberdade e justiça social. Conheça mais e junte-se a nós nessa luta!
A APEPI – Associação de Apoio á Pesquisa e á Pacientes de Cannabis Medicinal – é formada da união de familiares de pacientes, pacientes e de todos que acreditam no uso terapêutico da cannabis. A Apepi luta por uma nova legislação, que permita maior acesso, mais pesquisa e maior liberdade individual. Nossa luta tem em seu cerne a desobediência civil pacífica.
Temos como principal objetivo a mobilização da sociedade em prol da regulamentação do uso medicinal da maconha para garantir a todo brasileiro o direito à informação e acesso ao tratamento com a cannabis.

Acreditamos numa regulação com quatro viés:

  • Produção Individual (autocultivo) – que todos tenham a liberdade de plantar seu próprio remédio
  • Produção Associativa – que as associações possam beneficiar inúmeras pessoas, plantar por uma causa
  • Produção por empresas – também tem direitos de plantar, até para conseguir ampliar a escala
  • Produção para pesquisas – Ciência e conhecimento são fundamentais

Acreditamos na mudança da regulação, que se torna possível com conhecimento, quebrando o preconceito e uma mudança cultural, que associe cannabis ao bem, a fazer o bem, estar bem. Nossas ações vão nesse sentido, são elas:

  • Busca a regulamentação da produção nacional de cannabis para uso medicinal
  • Estimular e apoiar a Pesquisa do uso medicinal da cannabis
  • Divulgar conhecimento e informação sobre uso medicinal da cannabis
  • Apoiar pacientes e familiares em informações, acesso e apoio psicológico
  • Promover o cultivo da cannabis por associação e o autocultivo
  • Mobilizar a sociedade


Só quem tem a urgência de precisar de um medicamento que pode ser a diferença entre apatia e alegria, entre vida e morte, sabe que A VIDA NÃO ESPERA!
 

Como surgiu a APEPI

No Rio de Janeiro, em 2013, formou-se um grupo de mães de crianças e jovens com epilepsia refratária aos tratamentos convencionais, que se reunia periodicamente. Em meados de 2014 o número de mães que viam na cannabis um alívio para o sofrimento de seus filhos aumentava constantemente.
Diante da proibição do uso de maconha para fins medicinais no Brasil, ficou claro às mães, médicos e advogados que participavam das reuniões, que seria necessária a criação de uma Associação para lutar pelo acesso a esta via terapêutica. Assim surgiu a Associação de Pais de Pessoas com Epilepsia Refratária, hoje registrada sob o nome de APEPI – Associação de Apoio à Pesquisa e à Pacientes de Cannabis Medicinal.
Conheça mais desta história no documentário Ilegal – A Vida não Espera.

Cronologia dos principais acontecimentos

2013 – Reunião de familiares de pacientes com epilepsia; descoberta do uso da maconha com potencial terapêutico
2014 – Luta pelo direito ao acesso legal; participação na campanha Repense; Criação da ala de maconha medicinal na Marcha da Maconha
2015 – Liberação pela Anvisa de autorização para importação
2016 – Formalização da Apepi, primeiro curso de cultivo
2017 – Campanha de arrecadação para o projeto Farmacannabis de dosagem de óleos artesanais; criação de GT com a Fiocruz
2018 – I Seminário Internacional, no museu do amanha, “Cannabis medicinal: um olhar para o futuro”
2019 – Profissionalização da estrutura e abertura de Sede no centro do Rio; “II Cannabis medicinal: um olhar para o futuro”, no IED, Urca.