A escola de Ghandi e Luther King: somos todos desobedientes

Ghandi, Luther King e Apepi: como nos inspiramos nesses ícones da desobediência civil?

Por Luiza Baratz Reed (luiza@apepi.org)

No início de Outubro, a Folha de São Paulo publicou uma série de matérias sobre o universo da cannabis medicinal. Uma delas falou sobre a “desobediência civil pacífica” da Apepi e a nossa realidade do cultivo doméstico para fins medicinais.

Quando pesquisamos o que significa a ”desobediência civil” achamos que: “o ato desobediente deve ser acompanhado de justificativas que comprovem que ele é legítimo e justo… por isso chama-se de “civil”: porque quem comete essa desobediência acredita estar cumprindo o seu dever de cidadão, numa situação ou circunstância em que a lei merece mais ser desobedecida do que obedecida…”. (Citação do site www.educacao.uol.com.br)

Como diz nossa coordenadora Margarete Brito “Pode ter pena de morte, que a gente vai continuar plantando. É um caminho sem volta.”

A história nos mostra exemplos admiráveis de “desobedientes civis” que são nossas fontes de inspiração. Devidas proporções, é claro, seguimos a escola de Gandhi e sua não-violencia e Martin Luther King e sua luta pelos direitos sociais dos negros, por exemplo.

A matéria da Folha citou a ação iniciada pelo nosso advogado Ladislau Porto que tem como princípio o estado de necessidade, da busca ao direito à vida que deve ser a maior garantia constitucional. “Somos vidas salvando vidas”. Nossa luta diária é para que possamos aumentar a produção para cada vez mais associados terem acesso justo à cannabis medicinal melhorando assim sua qualidade de vida. “Simplesmente porque funciona”. Se isso nos torna desobedientes civis, que assim seja.

Confira a matéria completa aqui.

 

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